Hino Romeno

O Hino sem sombra de dúvidas é maravilhoso, os próprios romenos o chamam de "La Marseillaise*" dos romenos, por ter a capacidade de chamar seu povo para a guerra. Esse hino foi adotado após a Revolução romena de 1989, substituindo o anterior Trei culori (Três Cores). A música foi composta por Anton Pann.

*La Marseillaise - É o atual hino da Fraça, o antigo hino de guerra que se tornou o hino da França.

Abaixo o hino romeno original e traduzido pra português. Na verdade esse é apenas um trecho, pois o hino conta com diversas estrofes, mas de toda forma vale a pena conferir.


Deşteaptă-te, române!
Deşteaptă-te, române, din somnul cel de moarte,
În care te-adânciră barbarii de tirani!
Acum ori niciodată croieşte-ţi altă soartă,
La care să se-nchine şi cruzii tăi duşmani!
Acum ori niciodată să dăm dovezi în lume
Că-n aste mâni mai curge un sânge de roman,
Şi că-n a noastre piepturi păstrăm cu fală-un nume
Triumfător în lupte, un nume de Traian!
Priviţi, măreţe umbre, Mihai, Ştefan, Corvine,
Româna naţiune, ai voştri strănepoţi,
Cu braţele armate, cu focul vostru-n vine,
"Viaţă-n libertate ori moarte!" strigă toţi.
Preoţi, cu crucea-n frunte! căci oastea e creştină,
Deviza-i libertate şi scopul ei preasfânt,
Murim mai bine-n luptă, cu glorie deplină,
Decât să fim sclavi iarăşi în vechiul nost' pământ!





Desperta, ó, romeno!
Desperta, ó, romeno, deste sono de morte
Em que te mergulharam os bárbaros tiranos!
Agora ou nunca toma nas mãos a tua sorte
À qual se curvem mesmo teus rivais ininigos
Agora ou nunca demos as provas para o mundo
Que em nossas veias corre um sangue do romano
Que em nosso peito o orgulho mantemos bem profundo
Triunfador na luta, um nome de Trajano!
Olhai, vultos grandiosos, Mihai, Stefan, Corvinus,
A romena nação dos vossos descendentes,
No braço armado a fogo dos vossos paladinos,
"Independência ou Morte!" bradamos veementes.
A sacra cruz à frente, nossa arma e nossa história,
Divisa é a liberdade que um santo sonho encerra:
Melhor morrer na luta, mas cobertos de glória,
Que outra vez ser escravos em nossa própria terra!




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